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Vídeo: Monitoramento do Plano de Educação de Santo André (2015 – 2025)

Durante todo o ano de 2016, a prefeitura de Santo André, no grande ABC paulista, desenvolveu um conjunto de ações destinado a organizar o processo de monitoramento participativo do Plano de Educação da cidade, que foi aprovado em julho de 2015 e deve valer pelos próximos 10 anos.

Para realizá-las, a Secretaria Municipal de Educação contou com a parceria da ONG Ação Educativa, que contribuiu com encontros de formação e articulação junto aos profissionais do município e na construção de estratégias de comunicação e de fortalecimento institucional em quatro eixos de trabalho:

  1. Comitê de Articulação Interfederativo
  2. Formação em Educação e Relações Raciais
  3. Formação de Conselhos escolares
  4. Formação de Conselhos mirins

Um vídeo sobre todo esse processo foi produzido para contar um pouco mais sobre as etapas, as atividades, os resultados, os materiais produzidos e os(as) participantes envolvidos(as) em cada um desses eixos. Entre os materiais utilizados para apoiar as formações, estão a coleção De Olho nos Planos e a Coleção Educação e Relações Raciais.

O vídeo também traz relatos de participantes e formadores(as), que mostram a importância de tratar cada um dos temas para avançar na melhoria da qualidade da Educação no município e de envolver toda a comunidade no monitoramento participativo do plano de educação. Como diz Agda Malheiro Ferraz de Carvalho, assistente pedagógica na creche Bete Lobo, no final do vídeo, “se a gente não põe a mão na massa, se a gente não se aprofunda, o Plano Municipal de Educação ou o PNE fica um documento de gaveta. E ele não pode ser assim, ele tem que ser vivo, porque a gente participou da construção dele, nossas opiniões estão lá, e a gente traçou uma meta do que a gente quer alcançar. Se a gente ao longo desses 10 anos não põe a mão na massa, não entra em contato com esse material, e não estuda, a gente vai deixar o Plano na gaveta”.

Veja o vídeo completo abaixo:

 

Saiba mais

Santo André realiza atividades com foco no combate ao racismo na escola
Grande ABC elabora Plano Regional de Educação
10 municípios e um estado são reconhecidos publicamente pela iniciativa De Olho nos Planos
Conheça a importância do monitoramento participativo dos planos de educação – e como concretizá-lo
Santo André distribui materiais sobre o Plano Municipal de Educação 

 

Vídeos: Por que é importante discutir gênero na escola?

17 educadores e educadoras de todo o Brasil falam sobre a necessidade de tratar da questão de gênero na sala de aula

 

“Precisamos entender que racismo, sexismo e homofobia são problemas educacionais”

“As pessoas precisam ter liberdade para expressar sua identidade”

“Nossos estudantes têm direito a viver em um mundo onde o respeito deve imperar”

“Não discutir gênero gera e alimenta vários problemas sociais”

“Falar de gênero é falar da qualidade na educação”

 

Essas são algumas das falas de educadores e educadoras de diversas partes do Brasil sobre a importância e a necessidade de ampliar a discussão de gênero nas salas de aula, captadas pelo projeto “Gênero e Educação: fortalecendo uma agenda para as políticas educacionais”.

Ao todo, foram coletados 17 depoimentos que fazem um chamamento aos professores e professoras de todo o país para garantir que esse tema esteja presente nas escolas públicas do país. Cláudia Vianna, Leonardo Peçanha, Leila Dumaresq, Denise Carreira, Benedito Medrado, Ingrid Leão, Suelaine Carneiro, Rogério Junqueira são alguns dos entrevistados.

Os vídeos foram produzidos durante a realização do “Seminário Nacional Gênero nas Políticas Educacionais: ameaças, desafios e ação política”, que ocorreu entre os dias 2 e 3 de maio de 2016, em São Paulo (SP).

Assista todos os vídeos no site do projeto Gênero e Educação.

 

Vídeo: Cenários Transformadores para a Educação Básica no Brasil

Começo de ano sempre nos faz pensar em novas possibilidades, caminhos e mudanças. Por que não pensar nessas perspectivas para a Educação também?

Em 2014, um grupo de diversos atores do campo da educação no Brasil – organizações da sociedade civil, movimentos sociais, governo, organizações internacionais, formadores de opinião, institutos e fundações empresariais, sindicatos, professores, diretores, pais, estudantes e acadêmicos – se reuniu para pensar juntos o futuro da Educação Básica no Brasil. A ideia do projeto foi contribuir, enriquecer e estimular o debate público sobre a Educação Básica no Brasil.

Desse esforço conjunto, que somou 71 entrevistas e três oficinas realizadas, saíram quatro possíveis futuros, chamados de cenários e representados por tipos de pássaros brasileiros: Beija-flor, Canário-da-terra, Falcão-peregrino e Tico-tico. Os cenários não são previsões ou propostas, mas histórias que mostram possíveis caminhos do futuro, pensando em como seria a Educação Básica brasileira em 2032 –  ano faz referência ao centenário do manifesto dos pioneiros da educação nova.

Assista o vídeo e conheça melhor os quatro Cenários Transformadores para a Educação Básica no Brasil:

Conheça mais sobre o projeto em: http://cenarioseducacao2032.org.br/

 

Vídeo: Entenda em 5 minutos a PEC241

Com a iminência da votação da PEC 241/16 na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação produziu um vídeo de mobilização contra a matéria. O vídeo Entenda em 5 minutos a #PEC241 explica de forma simples como essa Proposta de Emenda Constitucional ameaça os direitos sociais, ao congelar por 20 anos os investimentos em Educação, Saúde e Assistência Social.

 

A campanha também chama atenção para que os leitores se mobilizem e mandem e-mails para os parlamentares, pedindo que votem contra a PEC 241/16. Eles disponibilizam, na página especial sobre a PEC 241 no portal da Campanha, um modelo de email com essa finalidade:

 

Excelentíssimo(a) Sr(a) Deputado(a) / Senador(a),

Solicitamos, como nosso representante, que vote contra a PEC 241/2016.

Congelar por 20 anos recursos financeiros federais destinados a Saúde, Educação e Assistência Social, que ano a ano crescem segundo as necessidades da população, pode ser entendido como o estabelecimento da antipolítica da garantia dos direitos sociais, conquistados e registrados na Constituição Federal brasileira. Ela inviabiliza o cumprimento do Plano Nacional de Educação (Lei 13005/2014) e é uma afronta contra tais direitos.

Com a certeza de seu apoio a esta demanda social tão importante, subscrevo-me.

SEU NOME.

Acesse aqui os contatos de email de todos os deputados e deputadas: http://campanha.org.br/acervo/contatos-dos-deputados-e-deputadas-federais/

Acesse aqui os contatos de email de todos os senadores e senadoras: http://campanha.org.br/acervo/contatos-dos-senadores-e-senadoras/

 

Saiba mais

Entenda os perigos da PEC 241/16 para a Educação
Campanha Nacional pelo Direito à Educação lança página especial contra a PEC 241/2016
Por que o governo interino não fala sobre o PNE?

 

Vídeo: as experiências e as propostas selecionadas para o Reconhecimento Público

Como fazer para garantir uma participação social efetiva e não figurativa? Que tipo de ações podem incentivar a participação dos pais, dos estudantes, dos profissionais de educação e de outros atores da comunidade escolar na construção e no monitoramento dos planos de educação? Quais desafios encontramos nessa empreitada?

O vídeo sobre as experiências de construção e propostas de monitoramento participativo dos planos de educação do Reconhecimento Público De Olho nos Planos ajuda a pensar sobre essas questões. O vídeo traz um panorama de todo o processo do Reconhecimento Público e um resumo sobre cada uma das experiências e propostas de 10 municípios e 1 estado: Curitiba, Farroupilha, Gramado, Ipê, Itanhaém, Jacareí, Manacapuru, Manari, Santo André, Taquarana, e Tocantins.

Selecionados para o Reconhecimento Público De Olho nos Planos, as iniciativas desses 12 coletivos mostram que, como o próprio vídeo coloca, “não há experiências prontas nem experiências perfeitas. Mas há aprendizagens, desafios e ideias preciosas que podem alimentar o debate público e inspirar reflexões e caminhos de como ampliar e diversificar a participação e fortalecer uma gestão democrática em prol do direito humano à educação de qualidade”.

“O vídeo foi mais uma forma de dar voz aos atores que participaram das experiências de construção e de monitoramento dos Planos de Educação e contribui com “dicas” de como estimular a participação social nos processos dos Planos. Há relatos de estudantes, professores(as), conselheiros(as), profissionais das Secretarias de Educação, da Universidade e de representantes dos fóruns de educação”, explica Claudia Bandeira, assessora da Ação Educativa.

Assista ao vídeo na íntegra aqui:

Vídeo: Combate à desigualdade de gênero se aprende na escola

As desigualdades, o papel da sociedade, a participação popular na construção dos Planos de Educação e os ataques dos setores mais conservadores que não permitiram incluir a questão do gênero na educação escolar. Estes foram alguns dos assuntos discutidos no programa Momento Bancário, do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, realizado na última segunda-feira (28/03) .

No estado de São Paulo, mesmo com audiências públicas e debates já realizados, há dificuldades de aprovação do Plano devido às interferências e a falta de informação. Com a mediação da presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, a economista Marilane Oliveira Teixeira, pesquisadora do Cesit/Instituto de Economia da Unicamp na área de relações de trabalho e gênero, Gabriel Maia Salgado, jornalista do Projeto de Olho nos Planos e Nilcea Fleury, diretora de assuntos municipais da Apeoesp participaram do debate.

Assista ao programa completo abaixo com a participação da iniciativa De Olho nos Planos:

*Com informações do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Reconhecimento Público De Olho nos Planos

Com inscrições abertas, Reconhecimento Público De Olho nos Planos irá disseminar experiências participativas de construção e revisão dos Planos e propostas para seu monitoramento

Com o objetivo de valorizar experiências participativas na elaboração ou revisão de Planos de Educação e mobilizar a construção de estratégias para o monitoramento participativo desses documentos, o Reconhecimento Público De Olho nos Planos será lançado hoje (18/06), às 18h, durante o 15º Fórum da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

Podem se inscrever: escolas, Fóruns e Conselhos Municipais e Estaduais de Educação, comissões responsáveis pela coordenação de seus Planos de Educação, Secretarias de Educação, Conselhos Escolares, movimentos sociais, coletivos, redes e organizações de sociedade civil. Veja abaixo vídeo explicativo sobre o Reconhecimento:

Além da análise a partir das informações enviadas no momento da inscrição, o Reconhecimento Público contará, também, com um processo de formação à distância (opcional) para as experiências ou propostas que forem selecionadas, resultando em uma ampla divulgação nacional daquelas que evidenciarem  os principais desafios e avanços da participação na elaboração e acompanhamento dos Planos de Educação.

O Reconhecimento Público é uma ação da iniciativa De Olho nos Planos, que é composta pelos parceiros Ação Educativa, Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae), Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação (FNCE), Instituto C&A, União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), Undime e Unicef.

As inscrições poderão ser realizadas até o dia quatro de outubro de 2015 por meio do site www.deolhonosplanos.org.br/reconhecimentopublico, no qual podem ser consultados, também, o regulamento, o cronograma e demais informações sobre o reconhecimento.

 

Categorias para inscrição

Já no momento de inscrição, os interessados deverão classificar suas propostas ou experiências em uma ou nas duas categorias a seguir: “Experiências participativas na elaboração e revisão do Plano de Educação” e “Propostas de monitoramento participativo do Plano de Educação”.

Após a organização, coletivo ou instituição se inscrever em uma das duas categorias, podendo concorrer com uma experiência participativa e uma proposta de monitoramento, será oferecida uma formação à distância para os que forem selecionados, seguida da análise das experiências e propostas sistematizadas.

 

RECONHECIMENTO PÚBLICO

Inscrições: até 04/10/2015

Formação à distância (opcional): de novembro de 2015 a fevereiro de 2016

Seleção: março de 2016

Divulgação nacional: maio de 2016

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Confira divulgação das Cirandas pela Educação em 2014 e organize sua atividade ainda em junho de 2015!

Além das atividades organizadas pelos coordenadores estaduais da UNCME, qualquer pessoa ou entidade pode articular a realização de uma Ciranda pela Educação. “Todos estão convidados para participar das cirandas e não é necessário estar vinculado a nenhuma instituição. Queremos tirar a discussão dos Planos, por exemplo, das academias e dos grandes eventos educacionais e levar aos bairros, às escolas e aos outros espaços onde as pessoas possam efetivamente participar desta discussão”, destacou a presidenta da UNCME.

 

Reportagem – Gabriel Maia Salgado
Edição – Ananda Grinkraut

Vídeo: Planos de Educação e a elaboração participativa de diagnósticos, por João Monlevade

Qual a importância da participação na elaboração de diagnósticos para os Planos de Educação?

A partir desta pergunta, o professor Doutor em educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e consultor técnico do Senado Federal, João Monlevade, destacou a necessidade de se elaborar tanto o diagnóstico da demanda, quanto da oferta do ensino: “para isso, pode-se fazer discussões coletivas envolvendo a participação de mães, pais, crianças e jovens e adultos que estejam nas redes de ensino”.

De acordo com Monlevade, em entrevista realizada durante o 6º Fórum Nacional Extraordinário da Undime [União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação], quanto mais participativa for a elaboração do diagnóstico do Plano de Educação, mas ele será autêntico e mais será assegurada a sua efetividade.

“Tudo o que se faz em termos de tornar sujeitos todos os atores é para dar a qualidade fundamental de um Plano que é ser democrático e participativo. Sem isso, ele pode ser cientificamente bonito, ter todos os diagnósticos matematicamente controlados e expressos, mas vai ser frio e ineficaz. A participação é a disposição da população para executar e avaliar o próprio Plano”, complementou o professor.

 

Veja abaixo o vídeo com o professor Doutor João Monlevade:

 

Reportagem – Gabriel Maia Salgado
Edição – Ananda Grinkraut